Personalidades e especialistas do setor agropecuário brasileiro marcaram presença no SUMMIT 2017

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O evento, que reuniu cerca de 400 pessoas, realizado pelo Estadão com o patrocínio máster do sistema FAESP/SENAR SP foi marcado pela presença de personalidades importantes do agronegócio nacional e internacional. Na abertura, o presidente da Federação, Dr. Fabio Meirelles afirmou que o agro brasileiro é competitivo, mas não pode avançar sem planejamento. Destacou ainda que a garantia de renda é essencial para o fortalecimento do setor. O diretor presidente do grupo Estado, Francisco Mesquita Neto, também esteve presente e declarou o quanto o agronegócio é importante para a economia brasileira.

Uma pauta intensamente discutida foi a sustentabilidade. O ministro da Agricultura em exercício, Eumar Novacki, disse que o Brasil se esforça para preservar suas reservas e os produtores têm uma postura exemplar nessa questão: “Em nenhum outro lugar o produtor preserva tanto quanto no Brasil”. Em contrapartida, a existência de áreas de preservação dentro das propriedades rurais prejudica o agronegócio. “Cerca de 2 trilhões de reais ficam imobilizados a serviço do meio ambiente”, afirmou. Ele ainda falou sobre a “Operação Carne Fraca” da Polícia Federal e declarou que a investigação mostrou problemas de governança; “A operação veio para cobrir desvios de conduta dos servidores”.

O ex-Ministro da Agricultura e atual coordenador do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, também marcou presença no evento e foi incisivo ao declarar sobre a importância do setor se comunicar de maneira eficiente para melhorar a sua relevância para a economia do País: “Temos a incompetência brutal em comunicar a importância do agro”, afirmou.

Também estiveram presentes o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hubner, e o ex-ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que debateram sobre os problemas que o agronegócio enfrenta atualmente nas questões políticas e tributárias.

Outros assuntos como as commodities e as sturtups também foram debatidos por especialistas. O chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite, Evaristo Eduardo ratificou que o mundo vive um “dilúvio” de informações e que o desafio agora é selecionar os dados mais relevantes que podem de fato colaborar com avanços e ganhos de produtividade.

Esta edição do SUMMIT Agronegócio Brasil 2017 é a terceira que foi realizada em parceria entre o Estadão e a FAESP/SENAR.

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