Gente Que Fala – 02.05.2019

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Quinta-feira, dia do “Gente do MPD Que Fala”, parceria do Gente Que Fala com o Movimento do Ministério Público Democrático, com o apoio da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL, hoje com a participação dos convidados:

O Promotor de Justiça, professor e escritor Roberto Livianu, presidente do Instituto Não Aceito Corrupção (INAC) e ex-presidente do MPD;

O consultor, palestrante e escritor Gaudêncio Torquato:

O cientista político Rodrigo Prando, professor da Universidade Mackenzie e

A farmacêutica Dhalia Gutemberg, diretora técnica da CBDL e Membro da comissão de correlatos da Farmacopeia brasileira.

Sob comando do jornalista Mauro Frysman, foram discutidos os seguintes temas:

Repressão aumenta e sufoca oposição na Venezuela – Em mais uma jornada em que milhares de pessoas foram às ruas de Caracas para apoiar o líder opositor Juan Guaidó, o governo Maduro voltou a reagir com violência. A jornada deixou 78 feridos e 89 presos, além de uma jovem morta;

Metade dos assassinatos de jornalistas no Brasil permanece impune – Violência, assassinatos e alto índice de impunidade dos crimes contra comunicadores marcam o jornalismo brasileiro entre 1995 e 2018, segundo relatório do Conselho Nacional do Ministério Público. Nos últimos 23 anos, 64 jornalistas foram assassinados no Brasil em razão do exercício da profissão;

STF julgará pedido de liberdade a condenados em 2ª Instância – Pedido contesta uma súmula do TRF-4 que permitiu as prisões após condenação em 2ª Instância e cita o inciso da Constituição, que diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”;

Saúde: O panorama das healthtechs no Brasil e no mundo –  A tecnologia está transformando o setor da saúde. Com ajuda de novos dispositivos e soluções, já é possível reunir grande quantidade de dados, otimizar processos e entregar mais valor aos atendimentos;

Bolsonaro deve manter Coaf sob controle de Sergio Moro – A mudança é criticada por especialistas, que alegaram, entre outras razões, uma maior fragilidade na segurança de dados sigilosos. Perdeu o programa de hoje? Assista agora!

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