Gente do MPD Que Fala – 13.02.2020

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Hoje, mais uma edição do “Gente do MPD Que Fala”, parceria do Gente Que Fala com o Movimento do Ministério Público Democrático, com o apoio da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL.

Participara do programa desta quinta-feira:

O Procurador de Justiça Ricardo Prado, presidente do MPD;

A advogada Adriana Zorub, especializada na defesa da pessoa idosa;

A professora e neuroeducadora Roberta Bocchi, supervisora de ensino do Estado se São Paulo;

O advogado e administrador público Carlos Eduardo Gouvêa, presidente executivo da CBDL e diretor do Instituto Ética Saúde.

A pauta, apresentada pelo jornalista Mauro Frysman, contemplou os seguintes assuntos:

Moro defende alterações em PEC da prisão em segunda instância – O ministro da Justiça argumentou que a execução antecipada da pena deveria priorizar a área criminal, e não incluir casos das esferas cíveis e tributárias, como prevê o texto da proposta;

Ex-funcionário de empresa de disparo em massa mente a CPI das fake news e insulta repórter – Em depoimento à CPMI das Fake News, Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da Yacows, agência de disparos de mensagens em massa por WhatsApp, mentiu à comissão, negando o que ele mesmo havia declarado e comprovado na Justiça do Trabalho: que a empresa recorreu ao uso fraudulento CPF de idosos para registrar chips de celular e assim conseguir o disparo de lotes de mensagens em benefício de políticos. Além disso, acusou a repórter da Folha de S. Paulo, Patrícia Campos Mello, de se insinuar sexualmente para obter as informações;

Coronavírus: atuação em portos, aeroportos e fronteiras – Medidas elaboradas pela Anvisa incluem a distribuição de materiais informativos e avisos sonoros sobre a doença. No entanto, passageiros vindos da China relatam terem desembarcado no Brasil sem qualquer tipo de controle;

Para uma vida mais longa, tente um dia no museu – Numerosos estudos têm mostrado que a arte e a música ajudam a aliviar a dor crônica, prevenir os sintomas do mal de Alzheimer e da demência e acelerar o desenvolvimento do cérebro das crianças. Um dos estudos incluiu fatores socioeconômicos, como renda dos participantes, nível de educação e mobilidade, mas mesmo levando tudo isso em conta, concluiu que há uma diferença em termos de duração de vida das pessoas mais envolvidas com as artes;

Expectativa de vida varia 14 anos entre bairros de SP – Estudo da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, divulgado nesta semana, mostra que a proporção de idosos com mais de 60 anos na cidade de São Paulo passou de 11,9% para 15,25% de 2010 a 2019. A diferença de expectativa de vida entre os 96 distritos da capital chega a 14 anos.

Perdeu o Gente do MPD Que Fala de hoje? Assista agora!

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