HONRA PARA QUEM FAZ! Por Ricardo Sayeg

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Existem bandeiras fundamentais que estão levantadas e necessitam de apoio na difícil escalada do bem, para serem fincadas no topo do íngreme monte sagrado da Vitória. Não é fácil mudar o mundo para melhor, mas é preciso.

Sob o ponto de vista do capitalismo humanista, temos que conquistar uma sociedade livre, justa e solidária; desenvolvida nacionalmente; que erradica a pobreza e a marginalização; reduz as desigualdades; e, promove o bem de todos sem preconceito ou discriminação.

Nesta trajetória, há escaladas incríveis; realizadas por mulheres e homens notáveis, com histórias magníficas, ainda em curso e que merecem e necessitam ser reportadas. O testemunho delas edifica a nós todos. É muito difícil fazer o bem, mesmo que esta seja a opção racional.

Aliás, é preciso dar crédito a estas pessoas maravilhosas que estão a mudar o mundo, para as blindar dos inimigos, dos detratores e dos ciumentos. 

Sem desprestígio das inúmeras outras pessoas, com igual merecimento, a quem peço perdão por não consignar seus nomes, pois defendem heroicamente a humanidade; vou destacar aqueles brasileiros cujas ações em prol do capitalismo humanista pessoalmente testemunhei e, ao estilo dos norte-americanos, elevar seus nomes ao escrevê-los nas paredes espirituais do “Hall of Fame” do Capitalismo Humanista.

Começando pelas mulheres, ressalto que sem o apoio real de minha esposa Carla, o capitalismo humanista não existiria. Escrevo no “Hall of Fame” o nome da Profa. Claudia Lima Marques, pela sua adesão a nossa bandeira e a incansável defesa aos consumidores, especialmente em favor dos mais vulneráveis em situação de superendividamento; da Profa. Viviane Séllos Knoer, pela luta em prol da cidadania na empresa e na consolidação do capitalismo humanista; da Magistrada Maria da Penha Nobre, que, em humanista e corajosa decisão, assegurou luz aos vulneráveis no pico da crise da pandemia da covid; da Deputada Renata Abreu, ícone do empoderamento feminino, pelo apoio ao regaste dos superendividados; e, da Profa. Vanessa Hasson, pelo trabalho em prol dos direitos da natureza.

Quanto aos homens, escrevo os nomes do Vereador Eduardo Tuma, por liderar a autoproclamação da Metrópole de São Paulo como capitalista humanista; dos Magistrados Henrique Calandra e Paulo Dias Moura Ribeiro, pela coragem de revolucionarem a magistratura, assumindo o humanismo nos vereditos sobre questões econômicas; do Ministro Gilberto Kassab e do Deputado Marcos Pereira, pelo apoio ao capitalismo humanista e ao regaste dos superendividados; dos Profs. Wagner Balera e Marcelo Benacchio, meus parceiros acadêmicos e aliados de primeira hora do capitalismo humanista; do Prof. Manuel Enriquez Garcia, Presidente da Ordem dos Economista do Brasil, por ser o notório economista a confirmar e avalizar o modelo econômico; e, nesta esteira de validação de mercado, de Daniel Maranhão, CEO da Grant Thornton, um dos mais respeitados gurus empresariais do planeta; e, com igual importância o nome do Prof. Ivan Sartori, pela informatização de ponta do judiciário, que assegurou o acesso dos vulneráveis à justiça.

Escrevo com especial destaque, o nome de um anjo de Deus, o do Bispo Robson Rodovalho, que vem incessantemente abençoando o capitalismo humanista e sua implantação neste nosso Brasil; Nação que tanto dele precisa na sua edificação como líder global, Farol da Humanidade.

E, assim, que fique consignado o nome destes excepcionais seres humanos, no “Hall of Fame” do Capitalismo Humanista, como inspiração aos jovens e às futuras gerações para que venham a dar continuidade na conquista deste mundo livre, justo e solidário.

Que venham os desafios!

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