POR UMA CAUSA JUSTA: MANTENHAM OS BARES ABERTOS! por Mário Rubial

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Eu, Eduardo Maruche e vários amigos, estamos mobilizados para uma importante ação visando proteger uma das mais significativas e fundamentais instituições culturais do Brasil.

Reabertura do Bar Luiz, Rua da Carioca, 39.

Esse importante templo da boemia carioca, fundado em 3 de janeiro de 1887, foi testemunha dos últimos suspiros do Império até o advento da República. E tudo lá pertinho do Bar Luiz. Periga até do Deodoro ter passado por lá para comemorar!

Muita gente famosa de todos os estratos sociais, com ênfase na atividade cultural, deixou sua marca no simpático boteco.

Desde que comecei a frequentar o Rio, e lá se vão 40 anos, tive o cuidado de deixar as lindas praias aos turistas de ocasião, para me concentrar no que essa cidade tem de mais importante para um botequeiro como eu, filho de um empresário da noite paulistana que comandou bares e taxi-dancings nos anos 40 e 50.

A primeira vez que fui ao Rio em 1956, não tinha idade para frequentar os botecos famosos. Fiquei hospedado no Meyer e minha primeira incursão cultural na maravilhosa cidade, foi comprar numa banca de jornais o “catecismo” do Carlos Zéfiro.

Só a partir de 1969, por causa das minhas atividades publicitárias, comecei frequentar essa linda cidade. Me apaixonei de imediato! E daí pra frente, mergulhei no que pude: desde os icônicos botecos e restaurantes do centro e adjacências, até os não menos famosos da zona sul.

E não venham me reprender alegando que existem coisas mais importantes a se fazer no Brasil!

Na Irlanda tem um bar chamado Sean’s inaugurado no ano de 900, na Alemanha o Zum Riesem, de 1314 e o ZunFranziskaner, de 1421 em Estocolmo.

E VIVA O BAR LUIZ!

FRASE DE BOTECO

PACIFISMO

Uma coisa extremamente favorável aos bêbados: nunca ninguém viu 100.000 bêbados de um país querendo estraçalhar 100.000 bêbados de outro país.

MILLÔR FERNANDES

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